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Soja mantém ampla diferença entre balcão e porto

The market of soy mantém diferenças expressivas entre preços de balcão, lotes comerciais e referências portuárias em importantes estados produtores, com avanços pontuais e pouca oferta disponível em algumas regiões. Segundo a TF Agroeconômica, o cenário de 26 de agosto mostra Chicago dando suporte às cotações, enquanto prêmios de exportação e condições regionais seguem influenciando a formação dos preços.

No Rio Grande do Sul, Nonoai subiu 0,77%, para R$ 131,00 por saca de 60 quilos, enquanto as referências no interior chegaram a R$ 147,50 em Cruz Alta e Santa Rosa. No porto de Rio Grande, a indicação ficou em R$ 154,50. Em Santa Catarina, Palma Sola avançou 0,75%, para R$ 134,50, e Rio do Sul permaneceu em R$ 133,00. A referência FOB de Abelardo Luz, de 24 de agosto, era de R$ 150,00, com máxima de R$ 154,00.

No Paraná, a diferença entre balcão, lotes e porto também segue ampla. Cascavel marcou R$ 131,00 no balcão, enquanto lotes no Oeste foram negociados entre R$ 144,00 e R$ 147,00, em ambiente de poucos vendedores e disputa entre indústria e exportadores. Paranaguá ficou em R$ 154,00, com recuo de 0,32%.

Em Mato Grosso do Sul, os preços spot indicados ficaram em R$ 143,50 em Campo Grande e R$ 143,00 em Dourados e Maracaju. Já em Mato Grosso, as oito praças acompanhadas pelo Imea avançaram. Rondonópolis chegou a R$ 138,50, Alto Araguaia a R$ 137,55, Diamantino a R$ 130,40 e Canarana a R$ 123,80. A diferença entre Canarana e Rondonópolis supera R$ 14,00 por saca, enquanto o custo dos fertilizantes permanece como ponto de atenção, com a ureia entre US$ 480 e US$ 500 por tonelada.

 

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