Skip to content Skip to sidebar Skip to footer

Freight and costs weigh on the soybean market.

The Brazilian market of soy encerrou a segunda-feira, 31 de agosto, com diferenças relevantes entre as cotações do interior e dos portos, além de movimentos distintos entre as principais regiões produtoras. Segundo a TF Agroeconômica, o cenário combinou valorização em algumas praças, pressão de custos logísticos e preocupação dos produtores com clima e margens para a próxima safra.

No Rio Grande do Sul, a diferença entre o balcão e o porto chegou a cerca de R$ 21 a R$ 24 por saca. No interior, Ijuí marcou R$ 146,00, Cruz Alta R$ 145,50, Passo Fundo R$ 146,50 e Santa Rosa R$ 147,00. No porto de Rio Grande, a referência ficou em R$ 157,50, enquanto negócios disponíveis chegaram a R$ 156,00 e o contrato de setembro a R$ 159,00.

Em Santa Catarina, Rio do Sul registrou uma das maiores altas do dia, chegando a R$ 138,00 em uma das referências, com avanço de 3,76%. Palma Sola foi indicada a R$ 138,50, enquanto o mercado de lotes em Abelardo Luz alcançou R$ 155,00, com máxima de R$ 159,00. O porto de São Francisco do Sul ficou em R$ 156,50.

No Paraná, o frete entre Campo Mourão e Paranaguá subiu de R$ 164,00 para R$ 230,00 por tonelada, equivalente a cerca de R$ 13,80 por saca. Paranaguá foi cotado a R$ 159,00, enquanto Cascavel marcou R$ 149,00 e Maringá R$ 146,84.

Mato Grosso do Sul teve altas expressivas em parte das referências, com São Gabriel do Oeste a R$ 142,00, Maracaju a R$ 144,00 e Campo Grande a R$ 143,00. Já em Mato Grosso, o quadro foi misto: Rondonópolis ficou em R$ 144,00, Primavera do Leste em R$ 142,00 e Sorriso entre R$ 132,50 e R$ 136,00, conforme a referência. A redução do frete em parte das rotas ajudou a aliviar a pressão logística, enquanto custos de insumos e riscos climáticos seguiram no radar.

THE MM Cereais works with the best grains on the market and also keeps you up to date with the latest news and analyses on agribusiness.
Don't forget to follow our social networks.

Access News Source