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Soybean market is divided and weather limits optimism.

The market of soy apresentou movimentos distintos entre os principais estados produtores, com avanço em alguns portos, estabilidade em parte do balcão e quedas pontuais no interior. Segundo a TF Agroeconômica, o Rio Grande do Sul teve destaque com a nova estimativa da Emater/RS-Ascar para a safra 2026/27, que prevê 6,645 milhões de hectares, recuo de 0,92%, e produção de 21,151 milhões de toneladas, alta de 15,32%.

No estado gaúcho, o porto de Rio Grande ficou em R$ 160,00 por saca, enquanto Não Me Toque e Nonoai subiram para R$ 138,00. A recuperação projetada depende mais do clima do que da ampliação de área, em meio a relatos de lavouras de trigo e canola alagadas e preocupação com a janela de semeadura da soja.

Em Santa Catarina, o balcão permaneceu estável, mas a referência FOB de Abelardo Luz chegou a R$ 157,00, diferença de até R$ 18,50 sobre preços locais. No Paraná, Paranaguá avançou para R$ 159,00, alta de 0,28%, apesar da queda do dólar, enquanto Castro recuou 1,32%, para R$ 149,00.

Mato Grosso do Sul teve sessão mais fraca, com baixas nas principais praças e atenção à preparação das áreas, à saturação de silos e ao custo dos fertilizantes. Em Mato Grosso, o mercado ficou dividido: Tangará da Serra subiu 5,26%, para R$ 140,00, e Campo Novo do Parecis avançou 5,34%, para R$ 138,00, enquanto outras regiões corrigiram altas anteriores. O fim do vazio sanitário em 6 de setembro não é visto como sinal automático para o plantio, diante da necessidade de chuvas regulares e da incerteza climática. Nas redes, o foco permanece no clima, nos custos e nas condições para o início da nova safra.

 

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