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Soybeans have low liquidity and trading remains restricted.

The market of soy encerrou o dia 16 de setembro com baixa liquidez em importantes regiões produtoras, negociações restritas e compradores concentrados em necessidades imediatas. Segundo a TF Agroeconômica, a postura seletiva dos produtores e a disponibilidade física do grão continuam determinando o ritmo dos negócios, enquanto as cotações apresentaram movimentos distintos entre os estados.

No Rio Grande do Sul, a retenção de oferta limitou novas operações e os preços recuaram em parte das praças após a alta registrada no dia anterior. Rio Grande ficou em R$ 162,00 por saca, queda de 0,61%, enquanto Ijuí e Cruz Alta permaneceram em R$ 153,00. Passo Fundo marcou R$ 155,00 e Santa Rosa, R$ 154,00.

Em Santa Catarina, a ausência de novas referências manteve o mercado sem direção regional definida. São Francisco do Sul ficou em R$ 162,00, enquanto Palma Sola registrou R$ 139,50 e Rio do Sul, R$ 140,00. Relatos nas redes sociais indicaram ágios pagos por compradores locais diante da necessidade de abastecimento da agroindústria.

No Paraná, a média estadual de compra da soja industrial tipo 1 no atacado avançou 1,70%, de R$ 137,79 para R$ 140,13 por saca. Já Paranaguá recuou 0,61%, para R$ 163,00, enquanto Cascavel caiu para R$ 153,00 e Maringá para R$ 152,50.

Em Mato Grosso do Sul, o plantio da safra 2026/27 começou com área estimada em 4,874 milhões de hectares, alta de 5,5%. A produção é projetada em 15,331 milhões de toneladas, queda de 8,4%, e a produtividade inicial em 52,4 sacas por hectare, recuo de 13,2%. Em Mato Grosso, o mercado físico permaneceu seletivo, com preços estáveis nas praças acompanhadas e negócios voltados principalmente à cobertura de demandas imediatas.

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