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Consulting firm points to pressure on soybeans, corn, and wheat.

Os principais grãos negociados na Bolsa de Chicago iniciaram a terça-feira (13) sob pressão, diante da oferta elevada e de sinais mistos para os preços. Segundo a TF Agroeconômica, em levantamento, soy, corn and wheat operavam em queda, com atenção à colheita norte-americana e ao plantio brasileiro.

Na soja, a colheita dos Estados Unidos avança com bons rendimentos, e a expectativa é de que a área colhida alcance 40%, ante 25% na semana anterior. No Brasil, o plantio chegou a 20%, acima dos 13% registrados há um ano. Em Mato Grosso, a semeadura alcançou 33%, superando tanto os 21% de 2025 quanto a média histórica de 25%.

A demanda chinesa é outro ponto de atenção. O país manteve previsão de importações de 95,5 milhões de toneladas, inferior aos 115 milhões estimados pelo USDA. Margens negativas de processamento e a previsão de leilão de 518 mil toneladas de estoques podem limitar novas compras. Na Malásia, os estoques de óleo de palma atingiram 3,51 milhões de toneladas, pressionando o complexo de óleos.

O milho tenta se estabilizar após perdas recentes. Na segunda-feira (12), o cereal registrou leve recuperação, sustentada por compras de oportunidade, mas voltou a cair na abertura desta terça. O aumento da produtividade norte-americana para 181,2 bushels por acre e a revisão positiva de cerca de 6 milhões de toneladas na produção mantêm o viés de baixa.

O trigo também recuava após a reação da véspera, favorecida por compras de fundos e uma licitação da Argélia. As dificuldades logísticas no Mar Negro e a disputa entre Rússia e Ucrânia seguem como fatores de sustentação, enquanto o mercado aguarda dados de colheita e exportações dos Estados Unidos. Nos indicadores, o dólar futuro no Brasil caía 0,71%, cotado a R$ 5,0045, e o petróleo Brent recuava 1,41%, a US$ 104,59.

 

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