{"id":28192,"date":"2026-10-05T18:20:04","date_gmt":"2026-10-05T22:20:04","guid":{"rendered":"https:\/\/mmcereais.com.br\/2026\/soja\/ferrugem-da-soja-atraso-no-fungicida-pode-aumentar-perdas-e-custos\/"},"modified":"2026-10-05T18:20:04","modified_gmt":"2026-10-05T22:20:04","slug":"ferrugem-da-soja-atraso-no-fungicida-pode-aumentar-perdas-e-custos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mmcereais.com.br\/en\/2026\/soja\/ferrugem-da-soja-atraso-no-fungicida-pode-aumentar-perdas-e-custos\/","title":{"rendered":"Soybean rust: delay in fungicide application can increase losses and costs."},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.agrolink.com.br\/upload\/imagens-resizes\/9777b0beb6904ceea1cd92ec6add8791_858x483.jpg\" \/><\/p>\n<div class=\"section-description section-description-noticias mt-3\">\n<p style=\"text-align:justify\">A ferrugem-da-<a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/culturas\/soja?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&amp;utm_medium=detalhe-noticia&amp;utm_campaign=links-internos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">soy<\/a> exige aten\u00e7\u00e3o ao momento da primeira aplica\u00e7\u00e3o de fungicida, principalmente na transi\u00e7\u00e3o do per\u00edodo vegetativo para o reprodutivo. A decis\u00e3o deve considerar est\u00e1dio da lavoura, clima, presen\u00e7a de esporos, hist\u00f3rico da \u00e1rea e risco de avan\u00e7o da doen\u00e7a.\n<\/p>\n<div id=\"agk_14000_pos_3_sidebar_mobile\" style=\"text-align: center;\" class=\"mb-4\">\n<\/div>\n<div id=\"agk_14000_pos_4_conteudo_desktop\" style=\"text-align: center;\" class=\"d-none d-lg-block mb-md-4\">\n<\/div>\n<p style=\"text-align:justify\">A ferrugem-da-soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, \u00e9 uma das doen\u00e7as foliares de maior impacto na cultura. O principal dano ocorre pela desfolha precoce, que reduz o enchimento dos gr\u00e3os e pode comprometer a produtividade.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">De forma geral, a prote\u00e7\u00e3o fungicida deve ser preventiva e pr\u00f3xima ao fechamento das entrelinhas e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o do dossel, normalmente entre V7 e R1\/R2, desde que exista risco real de ocorr\u00eancia da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Esse risco aumenta quando h\u00e1 clima \u00famido e ameno, hist\u00f3rico de ferrugem na regi\u00e3o, detec\u00e7\u00e3o de esporos e aus\u00eancia de vazio sanit\u00e1rio. Em situa\u00e7\u00f5es de menor risco, sem detec\u00e7\u00e3o de esporos e com condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas desfavor\u00e1veis ao fungo, o in\u00edcio pode ser ajustado. Ainda assim, o produtor precisa evitar atrasos al\u00e9m do come\u00e7o do florescimento, principalmente em regi\u00f5es de maior press\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ap\u00f3s o dep\u00f3sito do esporo na folha, condi\u00e7\u00f5es de molhamento foliar cont\u00ednuo e temperaturas amenas, aproximadamente entre 18 \u00b0C e 26 \u00b0C, favorecem a infec\u00e7\u00e3o. O per\u00edodo entre a infec\u00e7\u00e3o e o aparecimento de p\u00fastulas vis\u00edveis pode variar de sete a 14 dias, conforme as condi\u00e7\u00f5es ambientais.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Isso explica a import\u00e2ncia do manejo preventivo. Quando os sintomas est\u00e3o facilmente vis\u00edveis em uma \u00e1rea extensa, o fungo j\u00e1 avan\u00e7ou e o controle tende a ser mais dif\u00edcil. A primeira aplica\u00e7\u00e3o busca proteger o dossel foliar ainda saud\u00e1vel antes que a cultura fique amplamente exposta ao in\u00f3culo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A ferrugem causa maior impacto quando atinge a planta a partir do florescimento e durante o enchimento de gr\u00e3os. Por isso, a prote\u00e7\u00e3o deve estar estruturada na transi\u00e7\u00e3o entre o final do per\u00edodo vegetativo e o in\u00edcio da fase reprodutiva. Na pr\u00e1tica, a avalia\u00e7\u00e3o costuma se concentrar entre V5 e V7, quando a planta j\u00e1 apresenta dossel formado, e R1 e R2, correspondentes ao in\u00edcio do florescimento.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em \u00e1reas de maior risco, a primeira aplica\u00e7\u00e3o pode ser posicionada pr\u00f3xima a R1, quando as entrelinhas est\u00e3o se fechando. O objetivo \u00e9 ampliar a prote\u00e7\u00e3o do ter\u00e7o m\u00e9dio e superior das plantas. Em regi\u00f5es ou safras de menor press\u00e3o, o in\u00edcio pode ser ajustado conforme o monitoramento da lavoura e as condi\u00e7\u00f5es de risco.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Per\u00edodos prolongados de molhamento foliar, orvalho intenso, nevoeiros e chuvas frequentes favorecem a ferrugem-da-soja. Temperaturas amenas, especialmente entre 18 \u00b0C e 26 \u00b0C, tamb\u00e9m criam condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis ao desenvolvimento do fungo. Entre outubro e abril, per\u00edodo que engloba o plantio e parte do ciclo da soja nas principais regi\u00f5es produtoras, essas condi\u00e7\u00f5es podem ocorrer de diferentes formas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No Centro-Oeste, por exemplo, o in\u00edcio das chuvas de primavera e a continuidade das precipita\u00e7\u00f5es no ver\u00e3o podem criar condi\u00e7\u00f5es de risco, especialmente quando h\u00e1 noites \u00famidas. No Sul, temperaturas mais amenas no ver\u00e3o e per\u00edodos frequentes de chuva podem favorecer longos per\u00edodos de molhamento foliar.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Na Bahia, o risco est\u00e1 relacionado principalmente \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o das chuvas e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de cada microclima. Quando o padr\u00e3o clim\u00e1tico apresenta chuvas frequentes e alta umidade, a prote\u00e7\u00e3o pode precisar ser antecipada mesmo sem a presen\u00e7a de sintomas vis\u00edveis na \u00e1rea.\n<\/p>\n<div id=\"agk_14000_pos_4_conteudo_mobile\" style=\"text-align: center;\" class=\"mb-4\">\n<\/div>\n<div id=\"agk_14000_pos_5_conteudo_desktop\" style=\"text-align: center;\" class=\"d-none d-lg-block mb-md-4\">\n<\/div>\n<p style=\"text-align:justify\">O monitoramento regional \u00e9 outro elemento importante para definir a primeira aplica\u00e7\u00e3o. Boletins, armadilhas de esporos, cons\u00f3rcios e redes de monitoramento podem indicar a presen\u00e7a de esporos vi\u00e1veis, focos confirmados em lavouras pr\u00f3ximas e o avan\u00e7o da doen\u00e7a a partir de \u00e1reas semeadas mais cedo. Quando h\u00e1 detec\u00e7\u00e3o de esporos na regi\u00e3o e a soja se aproxima de V6-V7 ou R1, o risco aumenta. A aten\u00e7\u00e3o deve ser ainda maior em \u00e1reas com hist\u00f3rico de alta press\u00e3o e quando a previs\u00e3o aponta condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis \u00e0 infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Lavouras com ocorr\u00eancia precoce da doen\u00e7a em safras anteriores apresentam maior aten\u00e7\u00e3o para o in\u00edcio da prote\u00e7\u00e3o. O mesmo vale para \u00e1reas com semeadura adensada, cultivares de ciclo longo, presen\u00e7a de plantas volunt\u00e1rias na entressafra ou falhas no cumprimento do vazio sanit\u00e1rio. As \u00e1reas semeadas no in\u00edcio da \u00e9poca podem formar o dossel rapidamente e ficar expostas mais cedo ao in\u00f3culo. J\u00e1 a soja semeada mais tarde pode enfrentar uma situa\u00e7\u00e3o diferente: quando a lavoura entra em est\u00e1dios cr\u00edticos, a quantidade de in\u00f3culo na regi\u00e3o pode estar maior. Por isso, o produtor precisa acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a e n\u00e3o postergar a prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No Centro-Oeste, incluindo Goi\u00e1s, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o in\u00edcio das chuvas e o plantio antecipado podem contribuir para a forma\u00e7\u00e3o das primeiras fontes de in\u00f3culo da safra. Nessas \u00e1reas, a primeira aplica\u00e7\u00e3o exige aten\u00e7\u00e3o especial na passagem para a fase reprodutiva. Em anos de chuvas irregulares no in\u00edcio do ciclo, o avan\u00e7o fenol\u00f3gico e os boletins de monitoramento ajudam a evitar tanto aplica\u00e7\u00f5es precoces quanto atrasos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Na Bahia, a press\u00e3o est\u00e1 fortemente relacionada \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o das chuvas e ao microclima. Em per\u00edodos de ver\u00e3o chuvoso e noites \u00famidas, a doen\u00e7a pode avan\u00e7ar em condi\u00e7\u00f5es semelhantes \u00e0s observadas em outras regi\u00f5es quentes e \u00famidas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No Paran\u00e1 e no Rio Grande do Sul, per\u00edodos prolongados de molhamento foliar e temperaturas mais amenas podem elevar a press\u00e3o. Quando a soja entra em R1-R2 sob condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis, o atraso da primeira aplica\u00e7\u00e3o pode permitir avan\u00e7o mais r\u00e1pido da doen\u00e7a. Por isso, n\u00e3o existe uma data \u00fanica para todas as regi\u00f5es. A decis\u00e3o deve combinar est\u00e1dio da cultura, clima e presen\u00e7a de in\u00f3culo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O acompanhamento dos boletins oficiais e das redes de alerta deve fazer parte da rotina. O produtor precisa verificar se existem esporos detectados, focos pr\u00f3ximos ou avan\u00e7o da doen\u00e7a a partir de \u00e1reas semeadas anteriormente. O clima local tamb\u00e9m deve ser observado. Sequ\u00eancias de dias chuvosos, orvalho intenso, nevoeiros e temperaturas amenas aumentam a aten\u00e7\u00e3o para o risco de infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Outro ponto \u00e9 registrar a fenologia de cada talh\u00e3o. Quando a soja se aproxima de V6-V7 e h\u00e1 esporos associados a condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis, o produtor deve planejar a prote\u00e7\u00e3o para a transi\u00e7\u00e3o para R1. O hist\u00f3rico da propriedade tamb\u00e9m ajuda. \u00c1reas com registros de ferrugem precoce exigem uma postura mais conservadora diante de condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis ao pat\u00f3geno.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A ferrugem-da-soja apresenta avan\u00e7o r\u00e1pido. Esperar a presen\u00e7a de p\u00fastulas em n\u00edvel elevado para iniciar o controle pode aumentar o custo e reduzir a efici\u00eancia do manejo. O atraso tamb\u00e9m pode resultar em maior necessidade de aplica\u00e7\u00f5es corretivas, menor efici\u00eancia de determinados fungicidas e maior press\u00e3o de sele\u00e7\u00e3o para resist\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Por outro lado, come\u00e7ar muito cedo sem risco fitossanit\u00e1rio tamb\u00e9m traz problemas. O produtor pode elevar os custos, aumentar a press\u00e3o de sele\u00e7\u00e3o para resist\u00eancia e ter dificuldade para manter intervalos adequados at\u00e9 o final do ciclo. A decis\u00e3o, portanto, precisa equilibrar prote\u00e7\u00e3o e risco.\n<\/p>\n<div id=\"agk_14000_pos_5_conteudo_mobile\" style=\"text-align: center;\" class=\"mb-4\">\n<\/div>\n<p style=\"text-align:justify\">A primeira aplica\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas uma etapa do programa de manejo da ferrugem-da-soja. O cumprimento do vazio sanit\u00e1rio reduz a oferta de in\u00f3culo inicial na regi\u00e3o. A escolha de cultivares, a rota\u00e7\u00e3o de mecanismos de a\u00e7\u00e3o e o uso de misturas devem integrar a estrat\u00e9gia de controle.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A qualidade da pulveriza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 importante. Volume de calda, ponta de pulveriza\u00e7\u00e3o, velocidade e cobertura precisam ser adequados para atingir o dossel conforme a recomenda\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. O programa deve considerar ainda o n\u00famero m\u00e1ximo de aplica\u00e7\u00f5es, os intervalos e os produtos a serem utilizados em cada fase. O gatilho para o in\u00edcio, por\u00e9m, deve ser o risco consolidado de ferrugem.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A defini\u00e7\u00e3o das datas e dos produtos deve ser feita com acompanhamento de engenheiro ou engenheira agr\u00f4noma familiarizado com as condi\u00e7\u00f5es locais. Dosagens e misturas precisam seguir a bula e o receitu\u00e1rio agron\u00f4mico. O controle tamb\u00e9m n\u00e3o deve ser baseado apenas em um calend\u00e1rio fixo, sem considerar clima e presen\u00e7a de in\u00f3culo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O manejo qu\u00edmico deve respeitar as regras de registro dos produtos, al\u00e9m das orienta\u00e7\u00f5es para uso de equipamentos de prote\u00e7\u00e3o individual, armazenamento, transporte e descarte de embalagens. A combina\u00e7\u00e3o entre monitoramento, fenologia, condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, presen\u00e7a de esporos e hist\u00f3rico da \u00e1rea permite posicionar melhor a primeira aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para o produtor, o principal ponto \u00e9 n\u00e3o esperar que a doen\u00e7a esteja estabelecida para agir, mas tamb\u00e9m evitar aplica\u00e7\u00f5es antecipadas sem risco real. O objetivo \u00e9 proteger o dossel no momento em que a lavoura come\u00e7a a entrar na fase de maior impacto da ferrugem.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<h6><em>THE <strong>MM Cereais<\/strong> works with the best grains on the market and also keeps you up to date with the latest news and analyses on agribusiness.<br \/>\nDon&#039;t forget to follow our social networks.<\/em><\/h6>\n<p><a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/noticias\/ferrugem-da-soja--atraso-no-fungicida-pode-aumentar-perdas-e-custos_519523.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Access News Source <\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ferrugem-da-soja exige aten\u00e7\u00e3o ao momento da primeira aplica\u00e7\u00e3o de fungicida, principalmente na transi\u00e7\u00e3o do&hellip;<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":27386,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[259],"tags":[244,248,255,249,254,250,246,247,256,245,253,252,251],"class_list":["post-28192","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-soja","tag-agrolink","tag-agrotoxicos","tag-artigos-tecnicos","tag-classificados","tag-colunistas","tag-compra","tag-cotacoes","tag-defensivos","tag-eventos","tag-noticias","tag-precos-agricolas","tag-previsao-do-tempo","tag-venda"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mmcereais.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28192","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mmcereais.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mmcereais.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mmcereais.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mmcereais.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28192"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mmcereais.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28192\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mmcereais.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27386"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mmcereais.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28192"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mmcereais.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28192"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mmcereais.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28192"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}