{"id":25828,"date":"2025-10-15T15:03:42","date_gmt":"2025-10-15T19:03:42","guid":{"rendered":"https:\/\/mmcereais.com.br\/2025\/centro-oeste\/aprosoja-mt-destaca-historias-de-forca-superacao-e-protagonismo-feminino-no-campo-no-dia-da-mulher-rural\/"},"modified":"2025-10-15T15:03:42","modified_gmt":"2025-10-15T19:03:42","slug":"aprosoja-mt-destaca-historias-de-forca-superacao-e-protagonismo-feminino-no-campo-no-dia-da-mulher-rural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mmcereais.com.br\/en\/2025\/centro-oeste\/aprosoja-mt-destaca-historias-de-forca-superacao-e-protagonismo-feminino-no-campo-no-dia-da-mulher-rural\/","title":{"rendered":"Aprosoja MT destaca hist\u00f3rias de for\u00e7a, supera\u00e7\u00e3o e protagonismo feminino no campo no Dia da Mulher Rural"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div class=\"materia\">\n<p class=\"image-center\"><img decoding=\"async\" alt=\"Aprosoja MT - Mulher Rural\" src=\"https:\/\/cdn.noticiasagricolas.com.br\/dbimagens\/thumbs\/800x2000\/aprosoja-mt-mulher-rural-pRFys.jpeg\"><\/p>\n<p>Tr\u00eas mulheres, tr\u00eas trajet\u00f3rias, um mesmo ch\u00e3o. No cora\u00e7\u00e3o do Brasil, onde o campo pulsa com vida e esperan\u00e7a, Elaine, Bruna e Mariana representam hist\u00f3rias que se complementam e caminhos que se entrela\u00e7am pelo amor \u00e0 terra. No Dia da Mulher Rural, a Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) celebra suas hist\u00f3rias de coragem, resili\u00eancia e dedica\u00e7\u00e3o. Mulheres que transformam o agro mato-grossense com sensibilidade e for\u00e7a.<\/p>\n<p>Elaine Terezinha Corassa Botton chegou ao Mato Grosso com o cora\u00e7\u00e3o cheio de sonhos e a bagagem carregada de coragem. Vinda do interior do Rio Grande do Sul, no ano de 1994, enfrentou o desconhecido em busca de uma nova vida em Jaciara. O in\u00edcio foi marcado por desafios: clima diferente, solo exigente, dist\u00e2ncia da fam\u00edlia. Mas a vontade de fazer dar certo era maior. Em 2006, mudaram-se para Lucas do Rio Verde e, com trabalho duro, noites mal dormidas e f\u00e9 no futuro, ela ajudou a erguer o que hoje \u00e9 uma propriedade produtiva e cheia de hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>\u201cTivemos v\u00e1rias dificuldades. A primeira delas, como mulher, foi estar distante da fam\u00edlia. L\u00e1 no Sul, mor\u00e1vamos muito pr\u00f3ximos, e o primeiro choque de realidade foi esse: o isolamento. Fui aprendendo a dirigir e comecei a me virar no com\u00e9rcio tamb\u00e9m. Aos poucos, conforme a lavoura foi crescendo, surgiu a necessidade de pagar boletos, fazer servi\u00e7os no com\u00e9rcio e buscar pe\u00e7as em Rondon\u00f3polis. A dist\u00e2ncia era grande, o tr\u00e2nsito era puxado, e foi assim que comecei a participar mais da parte da fazenda da porteira para fora\u201d, relata Elaine.<\/p>\n<div id=\"uolpd-video-inarticle\"><\/div>\n<p>Aos 55 anos, ela conta com orgulho o que enfrentou com o marido e os filhos, a satisfa\u00e7\u00e3o de fazer o que ama e reflete sobre o papel da mulher no campo. \u201cCom certeza, tenho orgulho de ser mulher rural, porque fa\u00e7o o que gosto e penso que, como mulher, temos que ter coragem, dedica\u00e7\u00e3o, perseveran\u00e7a e acreditar. Hoje, a mulher tem um papel muito importante. Se ela quiser participar, pode participar, inclusive de forma decisiva. Ajuda muito, porque o homem precisa de apoio tamb\u00e9m. Ela n\u00e3o precisa deixar de ser feminina para participar da atividade no agro\u201d, conclui a produtora.<\/p>\n<p>Assim como Elaine, Bruna Soares Alves dos Santos aprendeu sobre o campo no campo. Antes de se mudar para o munic\u00edpio de Sorriso e acompanhar o marido nos neg\u00f3cios, vivia na cidade e n\u00e3o conhecia nada sobre agricultura. Com vontade de aprender mais, come\u00e7ou fazendo a contagem dos romaneios das cargas, controle de \u00f3leo diesel, ajudava na cantina, cuidava da casa e, com o tempo, aprendeu mais sobre administra\u00e7\u00e3o, descobrindo que o cuidado com a lavoura exigia dela o mesmo zelo que j\u00e1 tinha ao cuidar da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>\u201cCom duas crian\u00e7as pequenas, em um mundo desconhecido, eu n\u00e3o entendia os cuidados que a lavoura exigia e fui aprendendo que \u00e9 como cuidar da fam\u00edlia: exige dedica\u00e7\u00e3o e aten\u00e7\u00e3o constante. Hoje, depois de tantos anos, aprendi e desenvolvi esse amor pela produ\u00e7\u00e3o. A Aprosoja MT tamb\u00e9m tem dado grande for\u00e7a aos produtores e espa\u00e7o para n\u00f3s, mulheres, o que \u00e9 muito importante\u201d, conta a produtora.<\/p>\n<p>Hoje, com 35 anos, ela refor\u00e7a o orgulho que tem em ser produtora rural. \u201cO que me d\u00e1 mais orgulho \u00e9 saber que produzimos muito mais do que alimento. Produzimos vidas. Porque toda produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 presente em todos os aspectos da vida humana, desde medicamentos, alimentos na mesa e at\u00e9 o vestu\u00e1rio. Saber que, em qualquer lugar do mundo que a gente v\u00e1, l\u00e1 estar\u00e1 a marca do produtor rural e das produtoras tamb\u00e9m\u201d, declara Bruna.<\/p>\n<p>Mariana do Valle Brizola Tomazoni, 36 anos, \u00e9 natural de Goi\u00e1s e sempre teve contato com a natureza, mas foi em 2008, quando veio para o Mato Grosso, que come\u00e7ou a praticar a agricultura. Para ela, planejar e ver a concretiza\u00e7\u00e3o do seu trabalho \u00e9 o que a inspira.<\/p>\n<p>\u201cO maior orgulho \u00e9 colher os frutos. Tudo vem de um planejamento. Voc\u00ea planeja desde a compra, o fechamento do pacote, a variedade e o manejo. Depois planta, acompanha o desenvolvimento e v\u00ea os resultados. A gente passa por desafios clim\u00e1ticos, e \u00e0s vezes os pre\u00e7os n\u00e3o ajudam muito. Mas n\u00f3s, como brasileiros, n\u00e3o desistimos nunca. Temos gratid\u00e3o de um ano para o outro, isso me impulsiona a querer continuar nesse ramo\u201d, detalha a produtora.<\/p>\n<p>Para ela, ser uma mulher rural \u00e9 aquela que gostar de cuidar dos detalhes que fazem toda a diferen\u00e7a no final de cada safra.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 passou a \u00e9poca em que diziam que mulher n\u00e3o podia estar no campo. Que o lugar da mulher \u00e9 em casa ou em um escrit\u00f3rio. \u00c9 muito gratificante participar da terra. Hoje vemos tantas mulheres em todas as \u00e1reas da agricultura. O lugar da mulher \u00e9 onde ela se sentir bem, onde ela gostar do que est\u00e1 fazendo. Para quem quer come\u00e7ar, eu digo: na agricultura, voc\u00ea tem que gostar do que est\u00e1 fazendo, porque n\u00e3o \u00e9 um servi\u00e7o f\u00e1cil. Voc\u00ea enfrenta sol, chuva e calor. Ent\u00e3o, basta querer e gostar disso\u201d, finaliza Mariana.<\/p>\n<p>Com orgulho e admira\u00e7\u00e3o, celebramos neste Dia da Mulher Rural todas aquelas que cultivam mais do que alimentos: cultivam hist\u00f3rias, valores e o futuro do nosso pa\u00eds.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<h6><em>THE <strong>MM Cereais<\/strong> works with the best grains on the market in the Central West Region and also keeps you up to date with the latest news and analyses on agribusiness.<br \/>\nDon&#039;t forget to follow our social networks.<\/em><\/h6>\n<p><a href=\"https:\/\/www.noticiasagricolas.com.br\/noticias\/agronegocio\/409349-aprosoja-mt-destaca-historias-de-forca-superacao-e-protagonismo-feminino-no-campo-no-dia-da-mulher-rural.html?utm_source=parceiros&#038;utm_medium=rss\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Access News Source <\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas mulheres, tr\u00eas trajet\u00f3rias, um mesmo ch\u00e3o. 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